O irmão Moisés reclamou que meus textos passam com alguns erros ortográficos. E ele tem razão, porque eu escrevo e depois leio, para tirar as mancadas mas, ainda não aprendi a mexer no texto depois de lançado. É isso! Mas juro que vou aprender e revisar antes de lançar. Ok?
Vamos à crônica de hoje...
"A barbearia da Record e seus personagens"
A Record do Aeroporto tinha uma barbearia interna que era o ponto de encontro dos artistas das Emissoras Unidas - Rádio Record, Panamericana e São Paulo e da TV Record, além de artistas de outras emissoras, que vinham até ela sei lá porque razões, talvez para trabalhar na emissora, líder na época ou mesmo para rever amigos ou, sei lá, porque a barbearia seria de boa qualidade - além de ser o local ideal para as fofocas, comentários profissionais e esportivos da época.
Lá, aos sábados, pela manhã, que era quando papai ia se barbear, e me levava para cortar o cabelo, você podia encontrar todos os destaques da programação da TV e conhecer aqueles das emissoras de rádio, que raramente apareciam na telinha preto e branco da TV. Velhos barbeiros e seus instrumentos de trabalho: lâminas tipo canivete, picéis ensaboados em seus potes de louça brancos, toalhas ferventes retiradas de um globo metálico, faziam o encantamento de um garoto de seis, sete anos de idade. Foi lá que conheci Lima Duarte, Fiori Gigliotti, o eterno locutor esportivo dos anos cinquenta e sessenta, Canarinho, o pequeno comediante da Praça da Alegria,
Ênio Rocha, Blota Jr., o "Barão", Wilson Fittipaldi, comentarista da Panamericana e pai de Emerson e Wilsinho, Sílvio Luiz, entre muitos outros artistas que eu, jovem fã, ouvia pelo rádio ou assistia pela televisão. E todos sempre descontraídos, falando alto e fazendo muita fofoca, gozações e comentários. Completamente diferente de seus papéis sérios e compenetrados na frente de câmeras e microfones. Eram momentos mágicos de contato pessoal, íntimo, de puro deleite, para alguém que, como eu, passava horas com o ouvido colado ao rádio ou sentado em frente à telinha mágica.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
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Aprendi a postar comentários. Já é um progresso! É pincéis e não picéis, aliás, acho que perdeu o acento também!
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