domingo, 26 de julho de 2009

No domingo fechado, como conheci o Britto

À procura de emprego, recém-casada, respondi anúncio que pedia Redator com capacidade de planejar. Lá fui eu, runo ao Bexiga, especificamente para a Treze de Maio, que era onde ficava a Lemos Britto Empreendimentos, que era como se chamava a empresa. E seu titular. Feita a entrevista, fui encarregado de fazer um teste escrito. E fiz em meio ao tumulto de reformas na empresa (depois fiquei sabendo que o Britto não parava nunca de reformar. Segundo as fofocas, ele pensava que se parasse de reformar, os negócios parariam junto! Britto e suas crenças...).Bom, feita a entrevista com ele e, feito o texto para sua avaliação. E olha que eu sempre fui bem rápido para escrever e devo ter levado, no máximo, meia hora, procurei pela secretária dele (minha amiga Ivone) e fiquei sabendo que o homem já tinha voado para Brasília! E tudo em meia-hora! me mandei, é claro, apavorado com a loucura! No dia seguinte, chega uma caravan em casa (pois ainda não tinha telefone em casa, nem celular, pois estávamos em 1978, com o motorista trazendo uma carta do Britto, pedindo que eu voltasse, pois estava empregado! Bom, aí pedi um dinheirão pra ficar (já prevendo as futuras loucuras que iriam acontecer durante a minha permanência na Lemos Britto0, e ele topou. No fim, foram mais de sies anos de loucuras, muito trabalho, noites em claro no Anhembi e, convenhamos, muitas alegrias pessoais e profissionais...

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